01
março
2018
Clipping, Notícias,

O desafio de criar uma etiqueta para os novos tempos.

Na avaliação de consultores de RH, as mudanças geradas pelas novas tecnologias exigem que o gestor reescreva as regras do que é confidencial para a empresa e do que pode ser revelado, bem como do que é pessoal ou estritamente profissional. Para isso, deve contar com a colaboração da equipe. “As normas devem representar os valores da empresa, o perfil (mais ou menos formal) do negócio e o posicionamento que se deseja transmitir, que pode ser mais flexível ou conservador”, afirma Claudia Santos, da Emovere You.

Ao criar as novas regras, é preciso levar em consideração a natureza do negócio: empresas de bens de consumo, por exemplo, se beneficiam de uma maior exposição pelo reforço da marca. Já negócios que lidam com segurança da informação, como consultorias e empresas de tecnologia, devem adotar uma linha mais low profile, para preservar o know how e os clientes.

Também é necessário avaliar o perfil da força de trabalho: quanto mais jovem a equipe, mais diretas e detalhadas devem ser as regras. “Jovens de até 30 anos nasceram em uma era em que tudo é compartilhado e precisam de limitações mais claras sobre o que é confidencial e privado”, diz Maíra Habimorad, da Cia de Talentos.

No caso de fotos ou selfies, o funcionário deve ser orientado a deixar de fora da imagem o nome e o logo da sua empresa e também da empresa do cliente, bem como relatórios e documentos confidenciais. Fotos de funcionários só podem ser feitas e veiculadas nas redes sociais com autorização prévia dos mesmos. “Nas festas da empresa, a recomendação é não registrar momentos que discriminem ou ridicularizem alguém”, afirma Juliana Brito, sócia da Crowe Horward.

O WhatsApp corporativo deve ser usado apenas para assuntos relativos ao negócio. Atente para a confidencialidade da informação e não veicule correntes, vídeos ou qualquer outro conteúdo inapropriado. “A ferramenta se tornou ambiente de tomada de decisão, o que requer sigilo das informações ali compartilhadas”, diz.

Fonte: Valor Econômico, por Lara Silbiger, 28.02.2018

Os artigos reproduzidos neste clipping de notícias são, tanto no conteúdo quanto na forma, de inteira responsabilidade de seus autores. Não traduzem, por isso mesmo, a opinião legal de Granadeiro Guimarães Advogados.

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