14
maio
2018
Clipping, Jurisprudência,

Por grosseria de advogado, ex-funcionário é condenado a pagar indenização à Zara.

Uma desembargadora da Justiça do Trabalho de São Paulo determinou que um ex-funcionário da Zara pagasse R$ 12 mil à empresa de roupas por litigância de má-fé.

O advogado que representou o ex-empregado usou um “tom irônico, deselegante e impulsivo” com uma juíza de primeira instância, segundo o texto da ação.

Quando recorreu, o caso foi recebido também por uma magistrada, a desembargadora Lilian Gonçalves.

Ela reproduziu, no seu voto, algumas das frases que o advogado dirigiu à juíza de primeira instância.

Ele havia afirmado que a juíza “não conseguiu entender o teor da planilha” e “não examinou, como deveria, os autos”.

Em razão da maneira como o advogado se dirigiu à magistrada, foi aplicada uma multa de 10% do valor que ele havia atribuído à causa, o equivalente a R$ 12 mil —não é a despesa da ação, mas, sim, uma indenização por má-fé.

Fonte: Folha de São Paulo, por Maria Cristina Frias, 13.05.2018

Os artigos reproduzidos neste clipping de notícias são, tanto no conteúdo quanto na forma, de inteira responsabilidade de seus autores. Não traduzem, por isso mesmo, a opinião legal de Granadeiro Guimarães Advogados.

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